Óleos essenciais da Floresta Amazônica ajudam a tratar de gripe a depressão

Aromaterapia também aumenta energia, foco e concentração. Frasco pequeno do produto pode conter até 80 princípios ativos

A Floresta Amazônica é um ambiente rico e diversificado em plantas oleaginosas. Lá, são produzidos diferentes óleos, contidos em uma enorme variedade de espécies de árvores. Nos últimos anos, práticas de autocuidado, como a aromaterapia, se intensificaram como uma alternativa a remédios industrializados. Hoje há inúmeras páginas em redes sociais e vídeos que explicam como usar óleos essenciais para tratar problemas que vão desde o bem-estar do dia a dia a doenças mais graves, como depressão. A prática é reconhecida pelo Ministério da Saúde, incluída na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).

Um dos mais populares é o óleo de andiroba, anti-inflamatório natural, que pode ser usado contra gripes, infecções de garganta, combate à acne e no alívio de dores musculares.

Especialistas apontam que, dependendo do nível de pureza, um frasco pequeno de óleo essencial pode conter até 80 princípios ativos. O grau de pureza varia de acordo com a marca e o produto, mas um óleo extraído diretamente da floresta, por exemplo, pode atuar como antiviral, antibacteriano, antifúngico e antiparasitário. Para descobrir a legitimidade do óleo, basta pingar algumas gotas na água e observar se ela muda sua cor. Se alterar, não é puro.

Os óleos essenciais não são apenas cheiros agradáveis para o ambiente. Diferentemente das essências sintéticas, possuem uma complexa composição química medicinal. Por isso, são potentes aliados no tratamento de comorbidades. Muitas pessoas diagnosticadas com ansiedade e depressão escolhem o óleo de lavanda para ajudar a tratar a insônia e manter a calma. Além dele, muitos outros fazem parte da vida diária de quem precisa de tratamento constante e opta por uma via mais natural.

Apesar de a ação benéfica dos óleos ser comprovada, especialistas alertam que a aromaterapia não é um milagre, e a banalização do tratamento pode trazer riscos à saúde. Os óleos auxiliam o processo, mas não substituem completamente o uso de medicamentos. É importante que a indicação seja feita por profissionais capacitados, e não por dicas de não-especialistas da internet.

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